A enxaqueca não é apenas uma "dor de cabeça forte". É uma doença neurológica complexa, crônica e incapacitante — que merece um tratamento à altura.
Muitas pessoas convivem anos com crises frequentes sem receber um diagnóstico correto ou um tratamento adequado.
Em diversos casos, o uso excessivo de analgésicos acaba agravando ainda mais o quadro, transformando crises ocasionais em dores praticamente diárias — a chamada cefaleia de rebote.
A enxaqueca possui relação com fatores genéticos, alterações neuroquímicas e hiperexcitabilidade cerebral. Estresse, privação de sono, alimentação inadequada, sedentarismo, alterações hormonais e sobrecarga emocional podem contribuir para a piora das crises.
Por isso, o tratamento moderno da enxaqueca precisa ir muito além de apenas aliviar a dor durante a crise. Nosso plano de acompanhamento multidisciplinar foi desenvolvido para oferecer um cuidado completo, individualizado e humanizado.
Reconhece esses sintomas? A avaliação especializada é o primeiro passo.
Quero ser avaliadoCada paciente possui um padrão diferente de crise, gatilhos específicos e necessidades próprias. O tratamento é personalizado, baseado em ciência, escuta ativa e acompanhamento próximo.
Avaliação completa com anamnese detalhada, mapeamento de gatilhos e histórico de tratamentos anteriores.
Orientação nutricional focada nos gatilhos alimentares da enxaqueca e manejo inflamatório.
Suporte psicológico para controle de estresse, ansiedade e impacto emocional da dor crônica.
Método complementar reconhecido para auxiliar no controle da frequência e intensidade das crises.
Protocolo mundialmente validado para enxaqueca crônica, com aplicações em pontos estratégicos da cabeça e pescoço.
Uma das maiores evoluções recentes na prevenção da enxaqueca, atuando diretamente nos mecanismos da dor.
Procedimentos minimamente invasivos em nervos específicos para alívio em crises intensas e refratárias.
Estimulação transcraniana por corrente contínua para modulação dos circuitos cerebrais relacionados à dor.
Neuromodulação não invasiva para redução da frequência das crises e melhora da qualidade de vida.
O objetivo não é apenas reduzir a dor, mas devolver autonomia, qualidade de vida e bem-estar. Cada caso é avaliado de forma individualizada.